Amarrações, amarrações de espiritismo e necromancia

Amarrações, amarrações de espiritismo e necromancia

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O acto de Necromancia é o acto de entrar em contato com espíritos de mortos, demónios ou entidades das trevas ou do Alem-tumulo, e esse tipo de contacto com os espíritos de mortos ou entidades das trevas, é considerado pela Igreja como um acto de Magia negra.

O espiritismo ou a necromancia são uma crença religiosa e mística que professa a existência da vida após a morte, do mundo dos mortos, do sobrenatural, do outro-mundo ou do Além, dos espíritos, das aparições, das assombrações. Na doutrina espirita usam-se técnicas ocultas de magia negra para entrar em contacto com o oculto, ou seja: com o mundo dos mortos, com as almas dos mortos, com os espiritos das trevas, com demonios e entidades infernais, para assim contatar com os espíritos e a eles encomendar as mais diversas demandas. Nos dias de hoje, a esta doutrina espiritual chama-se espiritismo, porem antes do sec XIX , ( e nos tempos biblicos), chamava-se de necromancia.

Ao longo dos últimos milhares de anos, a palavra “necromancia”, interpretada por diferentes pessoas de maneiras muito diferentes. O leigo sabe que é algo que tem a ver com espíritos, mas provavelmente pouco mais saberá.

Por isso, explicamos:

O termo necromancia é derivado da palavra latina “necromantia”, que provem de um conceito clássico pós clássico. O significado grego é uma amalgama dos termos ‘nekros’ que significa “cadáver” e “mantiea”, que significa profecia ou revelação. Ou seja: trata-se da arte oculta de entrar em contato com espíritos de mortos para lhes pedir auxilio numa certa demanda, sendo que os espíritos desencarnados de cemitério respondem indicando o caminho de sabedoria que se deve trilhar para se alcançar um determinado objectivo neste mundo dos vivos. Essa sabedoria transmitida pelos mortos é quase sempre recebida – e pelo necromante – na forma de visões, de augúrios, de pressentimentos, ou mensagens espirituais nem sempre fáceis de interpretar pelo necromante, pois os mortos que já não tem corpo já não falam com a boca mas sim com através do espirito, e por isso eles não se fazem ouvir por palavras faladas como os seres vivos deste mundo, mas sim através de manifestações sobrenaturais e espirituais próprias do mundo dos defuntos. Por isso, nem sempre é fácil decifrar as mensagens que as assombrações estão a passar lá do outro mundo dos mortos para este mundo dos vivos, e por vezes o processo poder ser perturbador, assustador e aterrorizante.

Esta arte faz parte dos mais ocultos pergaminhos do ocultismo, e é uma das mais temidas formas de contacto com o mundo sobrenatural, por lidar diretamente com o mundo dos mortos, dos demonios, e a esfera das assombrações de cemitério.

O exemplo mais proeminente de um caso histórico envolvendo necromancia, é aquele em que Ulisses visita o reino da morte, conforme descrito no poema Odisseia de Homero . A tradição da necromancia era muito comum antes do Renascimento por toda a Europa Oriental, especialmente na Grécia, Sérvia e Roma, etc.

Os necromantes babilônicos eram chamados de ‘manzazuu’ e os espíritos que criavam foram encaminhados para “etemmu”.

Os necromantes são pessoas que tendem a sofrer terríveis padecimentos espirituais, pois não é fácil passar o véu espiritual que separa o mundo dos mortos do mundo dos vivos, e acolher em si o contacto com almas e assombrações de entes já defuntos. Os espiritas – ou necromantes –  são por isso pessoas assombradas e torturadas por assombrações que lhes querem falar lá do outro-mundo dos espiritos, e tais pessoas usam a sua arte oculta com a finalidade de encomendar aos espíritos as demandas que outras pessoas vem pedir ao espirita.

​​Quando Ulisses viaja para a esfera espiritual de morte, há uma referência ao poder dos necromantes, que até o século 18, foram amplamente classificados como xamãs.

Presentemente – nos dias de hoje – os necromantes da Antiguidade são chamados de «espiritas», e porem no passado eles chamavam-se de «necromantes», e os necromantes foram frequentemente chamados de “conjuradores de ossos”, o que é uma alusão á sua presença nocturna em cemitérios, onde através dos ossos de defuntos iniciavam o perigoso, extenuante e doloroso processo de contato com o mundo dos mortos, o que consiste numa pratica espiritual que tem fortes raízes e influências da cultura ritualista popular e profana. Nesse arte de criar uma ponte entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos, aos ossos de defunto o necromante acaba por juntar rituais ocultos vigorosos e a oferenda de sangue de gado negro, ou aves negra, ou ate mesmo do seu próprio sangue.

Os rituais dos necromantes são dirigidos ás trevas, ou seja: áquela dimensão oculta e obscura onde habitam as assombrações de cemitério e até demonios, e são rituais perigosos se foram executados por leigos, pois quem vai contatar com as trevas pode acabar preso nas trevas se não dominar as artes da necromancia.

Na sequência do Renascimento,  algumas alusões bíblicas começaram a ser consideradas como fontes de relato histórico que comprova o fenómeno espirita, e no que diz respeito às práticas dos necromantes.

Tais relatos constam nas Sagradas Escrituras, nas quais existem várias evidências para provar que essas teorias são verdadeiras. Senão, olhai o exemplo da bruxa de Endor , uma mulher que era espirita e praticante da necromancia, e que é comprovada no Antigo Testamento.

Entre essas referencias históricas á necromancia, no Antigo Testamento surge aquela que consta do I Livro de Samuel, onde se fala da bruxa de Endor, e ali está escrito:

Então disse Saul aos seus criados: Buscai-me uma mulher que tenha o espírito de bruxa. E os seus criados lhe disseram: Eis que em En-Dor há uma mulher necromante que tem o espírito bruxa.
E Saul se disfarçou, e vestiu outras roupas, e foi ele com dois homens, e de noite chegaram à mulher; e disse: Peço-te que pelo teu espírito de feiticeira, e me faças subir do mundo dos mortos a quem eu te disser.
Então a mulher lhe disse:

A quem te farei subir?

E disse ele: Faze-me subir a Samuel.
E o rei lhe disse: Não temas; que é que vês?

Então a mulher disse a Saul: Vejo deuses que sobem da terra.
E lhe disse: Como é a sua figura?

E disse ela: Vem subindo um homem ancião, e está envolto numa capa. Entendendo Saul que era Samuel, inclinou-se com o rosto em terra, e se prostrou.
Samuel disse a Saul: Por que me inquietaste, fazendo-me subir?
1 Samuel 28:7-15

Pois assim se sabe:

A chamada bruxa de Endor era uma espirita – ou necromante – que morava no vilarejo de Endor – no vale de Jizreel – e que foi consultada pelo Rei Saul quando este desejou comunicar com o espirito do defunto de Samuel. A bruxa fez a sua arte necromante, e o espirito de Samuel veio a este mundo dos vivos atravessando o véu que no separa o nosso mundo do mundo dos mortos, e comunicou com o Rei Saul. Este relato histórico está registado da Bíblia, e confirma a existência do fenómeno necromante ou espirita.

Assim, a necromancia sobreviveu até aos dias de hoje, e continua ainda a existir, e as suas praticas manifestam resultados eficazes tanto hoje como na antiguidade.

A necromancia é um mistério das trevas, é um mistério tão profundo e oculto quanto o mistério da própria morte e a vida após a morte, e por isso e é um mistério que deve ser lidado com respeito e apenas por espiritas e necromantes experientes nas artes do oculto.

O que são amarrações com recurso a espiritismo?

As amarrações espíritas ou de necromancia são invocações de espíritos feitas atraves de magia negra, são invocações de espíritos que habitam no mundo do «Além-túmulo» ou do «Alem-da-vida», ou seja: são espíritos que habitam para alem deste mundo dos vivos, habitando nas profundas névoas da realidade dos mortos, e que são chamados a vir a este mundo dos vivos para neste mundo edificarem na demanda que lhes é encomendada. Entre esses espíritos há os espíritos dos mortos, há os espíritos infernais e demonios, etc.

Uma invocação de espíritos pode ser feita para diversos fins: para abrir ou trancar caminhos financeiros, para expurgar o mal de alguém ou injetar o mal em alguém, para curar ou causar enfermidades de origem sobrenatural, para exorcizar ou invocar entidades e forças malignas, para atrair boa-sorte ou infestar com maldiçoes, para afastar pessoas indesejáveis ou atrair pessoas desejáveis, para castigar uma pessoa ruim ou beneficiar uma pessoa boa, para conceder fertilidade ou causar esterilidade, para salvar ou condenar um casamento, para assombrar ou desassombrar um lar, uma família ou uma pessoa, ou – no caso que estamos a descrever – para fins amorosos.

Quando a invocação de espíritos é feita para fins amorosos, então ela chama-se de amarração ou amarrações.

È reconhecido que objectos que estiveram relacionados com a morte ou que foram intervenientes num processo de passagem deste mundo dos vivos para o mundo dos mortos, são desde sempre considerados objectos investidos de particular poder para agir sobre o mundo dos espíritos. Por isso mesmo as relíquias sagradas são tao importantes na história do misticismo, como por exemplo: lascas da cruz onde cristo foi cruxificado, lascas dos pregos usados na crucificação de Cristo, lascas ou pedaços de ossos retirados de santos apos o seu falecimento, objetos pessoais de santos e que estavam presentes no momento do falecimento do santo, etc.  Vejamos um exemplo:

Os pregos da crucificação de cristo ou a madeira da sua cruz, foram objectos que estiveram presentes no exato momento da morte de Jesus, ou seja: estiveram em contato com o seu corpo e a sua alma no momento em que Jesus morreu e o seu espírito abandonou o corpo para se encaminhar para o mundo dos espíritos. Ora: isso investe esses objetos com um magnetismo particular que é absorvido do momento em que uma alma sai deste mundo físico e a sua alma se encaminha para o mundo do esprito. Nesse momento em ocorre esse fenómeno chamado de morte – que é o fenómeno através do qual uma alma abandona o seu corpo físico e perpassa o véu que separa este mundo carnal do mundo dos espíritos – é gerada uma pequena fissura entre estes dois mundos, e energias são libertadas do mundo do Alem para este mundo, e os objectos que estão ali intimamente relacionados com esse momento são imbuídos de fortes energias espirituais. È como se esses objetos tivessem sido brevemente – apenas por alguns segundos – mergulhados no mundo do Alem e em contato direto com a própria morte, pelo que quando regressam ao seu estado normal neste mundo, eles vem investidos dessa energia espiritual sobrenatural.

Também o santo sudário é um desses exemplos, pois sendo o lençol que envolveu o corpo de Cristo apos a sua morte, porem também estava a envolver o corpo de Cristo quando – passados três dias – o espirito de Jesus regressou a este mundo. Pois então: esse objecto esteve intimamente presente no momento em que ocorreu a abertura de uma fissura no véu que separa o mundo dos mortos do mundo dos vivos, e em que o espirito de Jesus regressou do Outro mundo para este nosso mundo. È como se uma porta tivesse sido momentaneamente aberta, e esse tecido do sudário fosse magnetizado com as energias provindas do Alem, tornando-o num objeto investido de uma intensidade espiritual muito especial.

O mesmo pode suceder com objetos com os quais uma pessoa já falecida tinha uma relação espiritual muito íntima, uma empatia emocional extremamente marcante, tao marcante e tão íntima que faz como se esse objeto fosse como uma parte dessa mesma pessoa. Pode-se tratar de um anel, de uma peça de roupa, de um livro, de um colar, de qualquer objeto tao intimo e no qual a pessoa depositou as suas memorias ou os seus sentimentos de uma forma tao profunda, que se tornou um reflexo espiritual dessa pessoa, de tal forma que esse objeto passa a ser como se fosse um membro psíquico do corpo físico dessa pessoa,  pois que as vibrações e energias dessa pessoa foram depositadas e impregnadas nesse objeto.

Pois bem: no momento do falecimento – quando a alma está a viajar deste mundo dos vivos para o outro mundo dos mortos, e quando se abre a fissura entre os dois mundos – esse tipo de objetos pode receber vibrações do mundo do Alem, ficando assim – tais objetos pessoais do defunto – investidos de uma aura espiritual poderosa.

Também certos locais podem ser investidos dessa mesma intensidade mística, tais como locais onde pessoas faleceram, ou onde estão depositados os restos mortais de pessoas desencarnadas.  Do ponto de vista religioso, a  Basílica de são Pedro – no Vaticano – está basicamente fundada em cima de um cemitério, pois por debaixo da basílica encontram-se sepultadas as ossadas de santos do cristianismo, e é ali por baixo da basílica que são sepultados os papas falecidos. Ora: uma igreja edificada em cima de um cemitério – conforme qualquer local edificado por cima de um cemitério e onde se realizam rituais esotéricos – é essencialmente um local altamente propicio a atrair espíritos, fenómenos sobrenaturais e aparições, e é por isso um local assombrado pelo mundo dos espíritos, e quem edificou a basílica de são Pedro bem que sabia destes factos espirituais.  O mesmo fenómeno pode ocorrer em cemitérios, casas assombradas, locais privados ou espaços públicos onde ocorreram falecimentos, etc.

Pois bem:

As amarrações de necromancia são amarrações celebradas em locais com esta natureza esotérica, ou seja:

em locais investidos de um grande magnetismo espiritual e que constituem um poderoso chamamento de espíritos e assombrações, pois são locais marcados pela morte, e onde o véu que separa o mundo dos mortos do mundo dos vivos é mais ténue e mais propicio á invocação de espíritos.

As amarrações de necromancia são por isso amarrações realizadas em locais assombrados, ou usando-se de objetos ligados á morte de um defunto, que é o momento em que uma alma abandona este mundo dos vivos para perpassar o véu do Além e entrar no mundo dos mortos.

As amarrações de necromancia são por isso amarrações necromantes, ou seja, são amarrações celebradas usando-se de técnicas de espiritismo, ou seja: técnicas espiritas e necromantes que consistem no contato directo com o mundo dos mortos ou o mundo dos espíritos.

Que efeitos tem as amarrações de necromancia?

Nas amarrações de necromancia, alma da pessoa amarrada será em espirito aberta á influencia de outros espíritos e entidades conjuradas, e daí em diante a pessoa amarrada será noite apos noite visitada por assombrações e visões noturnas que irão a atormentar até que ela vá ceder e se entregar ao mandante da amarração. Nas amarrações de necromancia, a pessoa fica livre de espernear e teimar como entender, pois ela não deve desconfiar que foi embruxada. Porem: Nas amarrações de necromancia, o purgatório de assombrações ira perdurar sem cessar ate que a pessoa se canse, e se entregue. Nas amarrações de necromancia, obviamente que tudo isso se trata de um processo de espiritual de assombrações de cemitério e de demónios que é invisível, e do qual a pessoa não se vai lembrar durante o dia, para que nem ela nem as pessoas á sua volta desconfiem que a pessoa foi embruxada. E porem: Nas amarrações de necromancia, á noite o tormento das assombrações voltará sempre para assombrar, até que a criatura embruxada e assombrada se entregue ao mandante das amarrações.

Por isso, a criatura amarrada pelas amarrações de necromancia estará condenada a entregar-se ao mandante da amarração, e enquanto teimar em não ceder então será em espirito fustigada no seu espirito pelos tormentos das assombrações e aparições, e assim será noite apos noite – em espirito no seu espirito – ate que a pessoa se entregue, e – demore o que demorar – ela acaba sempre por se entregar.

Aviso sobre amarrações de necromancia:

Nas amarrações de necromancia, esta amarração é um ritual de espiritismo poderoso, pelo que quando está a ser celebrada em cemitério ou em locais assombrados, podem-se ver vultos ou assombrações, sentir ventos uivando, sentir alterações de temperatura, escutar murmúrios de espíritos, ver serpentes, ver larvas, vermes ou insectos, ver animais rondando como gatos negros, sapos, serpentes, ou cães negros, ou bodes negros, ver mochos voando por cima do bruxos, ou ver um corvo negro, ou ouvir uivos de animais, pois que se está invocando a espíritos e assombrações que se manifestam no momento da conjuração. Por isso: não vá empreender nestes rituais se não for um bruxo treinado para lidar neles, pois que o incauto ou curioso poderá acabar possuído de espíritos, e sofrendo fatalidades.

O sacerdote Daniel é sacerdote ordenado pela Congregação Devocional de são Cipriano, e exerce a sua actividade no Altar de são Cipriano e Bruxa Èvora. Quer saber mais sobre amarrações, magia negra, trabalhos de magia, vidência, bruxaria ? Então veja e leia tudo, em:

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